Dores generalizadas pelo corpo todo. Dores. Dores. Meus quadris doem. Meus joelhos. Meus olhos e o meu coração. Gosto de acreditar que não sou uma pessoa sensível e que estou acima de pieguices, mas ainda existem coisas que me pegam pelas bolas e me atiram de cara no chão. Não aguento dor. Dor de verdade, dor de 53 anos, dor do último beijo no caixão. Dor de um abraço cadavérico. Histórias de amores sempre me deixam de joelhos. O que dizer? Sou uma romântica das antigas. Que acredita em amores que matam. Em amor de maldição.
Cada vez mais o meu ideal de vida se aproxima de uma casa isolada do mundo, meus bichos, meus drinks, meus livros, meus discos, meu marido e uma espingarda.
terça-feira, novembro 13, 2007
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